Três dias de feira e muitas conquistas para os empreendimentos solidários apoiados pela Cáritas Diocesana de Criciúma e da região. Este foi o resultado da I Feira de Economia Solidária, realizada de 4 a 6 de outubro, na Universidade do Extremo Sul Catarinense.

Mais que a comercialização, a feira foi um instrumento de divulgação da Economia Solidária para acadêmicos e comunidade. Ainda pouco difundida na região, a Economia Solidária apresenta um novo modelo de economia. “Além da produção coletiva e da autogestão, a Economia Solidária convida a refletir sobre o consumo consciente e solidário, sem exploração”, esclarece a articuladora do Projeto Fortees de Criciúma, Morgana Rosso.

Grupos satisfeitos com os resultados

Seis grupos apoiados pela Cáritas expuseram seus produtos na feira. Para Arina Crispin, a feira possibilitou aos estudantes conhecer um pouco mais dos empreendimentos solidários. “Estamos aqui para mostrar que vale a pena trabalhar em grupo, respeitando o meio ambiente”, reforçou Arina que é integrante do grupo Art Sombras, que confecciona bolsas com o tecido de sombrinhas.

Fórum Regional de Ecosol

Durante a feira, foi retomada a discussão sobre o Fórum de Economia Solidária na região de Criciúma. No dia 6 de outubro, representantes dos empreendimentos presentes na feira, participaram de uma avaliação e marcaram para o dia 26 de outubro, uma nova reunião.

 

Por Morgana Rosso, jornalista e articuladora do projeto na região de Criciúma


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