É na prática que muitas teorias ganham força, e ensinamentos podem ser passados adiante. Na 6ª Feira de Economia Solidária do Mercosul e na 17ª Feira Estadual do Cooperativismo Alternativo, que começaram dia 09 e se estenderam até dia 11, uma teia de solidariedade se formou entre os 780 empreendimentos presentes nos eventos. Diminuíram-se as barreiras geográficas e se fortaleceram as relações de cooperativismo entre Estados brasileiros e países.

Delegações de 425 cidades e 11 países vieram para Santa Maria. A movimentação de visitantes no Centro de Referência de Economia Solidária Dom Ivo Lorscheiter foi intensa. Cerca de 140 mil pessoas, segundo a Brigada Militar, foram até o local. Em 2008, última edição das feiras – no ano passado, os eventos foram cancelados em função da gripe A – , o público havia chegado a 145 mil visitantes.

Para atrair o público, uma variedade de produtos coloniais, como pães, doces, mel e sucos, além de artigos artesanais, acessórios e roupas, estavam expostos para comercialização.

– Aqui sonhamos, projetamos, sofremos e aqui permaneceremos. Vamos fazer deste espaço um grande centro de eventos populares – afirmou a coordenadora do projeto Esperança/Cooesperança e também das feiras, irmã Lourdes Dill.

Foi no Centro de Referência Dom Ivo Lorscheiter que, há mais de 20 anos, a Diocese de Santa Maria, por meio do projeto Esperança/Cooesperança, começou a praticar a economia solidária, uma experiência de aprendizado e ensinamento.

Em 2011

No próximo ano, as feiras de Economia Solidária do Mercosul e do Cooperativismo Alternativo vão ocorrer de 8 a 10 de julho, em Santa Maria

Por Silvia Medeiros do Jornal de Santa Maria.

extraído de http://www.fbes.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=5308&Itemid=62