Ventos com mais de 150 km/h destroem ilha Santa Lúcia e deixa população em situação de emergência. Depois de uma avaliação do estrago, a Cáritas das Antilhas vai informar o número de uma conta em que se poderá depositar, em recursos financeiros, a solidariedade.

Com ventos de mais de 150 quilômetros por hora, o furacão Tomas passou pela ilha de Santa Lúcia, neste fim de semana, e deixou um rastro de destruição e mortes. De acordo com informações da coordenadora da Zona do Caribe da Caritas das Antilhas, Marcia Boxill, o primeiro-ministro do país, Honorable Stephenson King, em um comunicado oficial classificou a situação como desastre nacional e declarou que a ilha necessita de ajuda regional e internacional. Depois da passagem do furacão, a região ficou sem luz e muitas comunidades ficaram sem água.

Com ventos de mais de 150 quilômetros por hora, o furacão Tomas passou pela ilha de Santa Lúcia, neste fim de semana, e deixou um rastro de destruição e mortes. De acordo com informações da coordenadora da Zona do Caribe da Caritas das Antilhas, Marcia Boxill, o primeiro-ministro do país, Honorable Stephenson King, em um comunicado oficial classificou a situação como desastre nacional e declarou que a ilha necessita de ajuda regional e internacional. Depois da passagem do furacão, a região ficou sem luz e muitas comunidades ficaram sem água.

De acordo com a coordenadora da Zona do Caribe, toda a safra nacional de bananas foi completamente destruída, bem como várias ruas. Há inundações em todo o país e, em alguns locais, o acesso para assessoramento da população e para verificação dos danos, só pode ser feito por meio de embarcações. A população, sobretudo os setores mais afetados pelo furacão, carece de água potável, comida, material de construção, material de limpeza, lonas, desinfetantes, cobertores. “Posteriormente, teremos um assessoramento mais completo, pois se carece de informações. Muitos celulares e telefones não funcionam”, avisa Márcia Boxill.

O secretario executivo do SELACC e coordenador regional da Cáritas América Latina e do Caribe, padre José Antonio Sandoval Tajonar, disse que todas as Cáritas da América Latina manifestaram solidariedade ao povo de Santa Lúcia. Segundo ele, além das orações, agentes da Cáritas das Antilhas informaram que o sistema bancário está em funcionamento normal e avisaram que, posteriormente, a equipe Cáritas do país vai enviar o número de uma conta na qual se poderá, eventualmente, ser depositada a solidariedade de todos.

De acordo com a agência de notícias France Press, a cidade de Soufriere, a oeste do país, foi a mais afetada. Doze morreram e um número desconhecido de pessoas desapareceu durante a passagem do furacão Tomas por Santa Lúcia no último fim de semana. O furacão atingiu a ilha localizada na América Central no sábado, com fortes ventos de 150 km/h e causou intensas chuvas. A cidade de Soufriere, na parte oeste do país ligado à Comunidade Britânica, foi a que mais sofreu com o impacto do fenômeno climático.

De acordo com o Centro Nacional de Furacões (NHC, sigla em inglês), situado em Miami, depois de passar por Barbados e Santa Lúcia com fortes ventos e chuvas, o furacão se moveu na direção oeste–noroeste por mar aberto a 15 km/h. Com a perda de força no domingo, o Tomas caiu para a categoria 1 e virou tempestade tropical no Mar do Caribe. Os governos de Barbados, Santa Lúcia e Martinica (França) já suspenderam seus alertas de tempestade tropical.

Por Assessoria de Comunicação/Cáritas Brasileira (Com informações do G1 e da Agência France Press).

Fotos: Andres Martinez Casares/EFE