Diga não ao trabalho escravo!

O trabalho escravo  infelizmente ainda é muito comum. E hoje ele não tem a ver com a cor de pele ou com o direito de posse de pessoas, e sim com a dignidade do ser humano e na transformação de trabalhadores e trabalhadoras em objeto de trabalho.

Conforme o artigo 149 do Código Penal, o trabalhador se encontra em situação semelhante a de escravo quando ele trabalha forçado, serve por  dívida, tem jornada exaustiva ou trabalho degradante.

Segundo Leonardo Sakamoto, coordenador da ONG Repórter Brasil, existem dois tipos de trabalho escravo no Brasil: o rural e o urbano. No rural está concentrado nas atividades de pecuária, cana de açúcar e carvão; já no urbano se destacam as construções civis, exploração sexual e oficinas de costura.

Segundo dados da Campanha Nacional da Comissão Pastoral da Terra de Combate ao Trabalho Escravo, os casos em 2012 já somaram 189, com a libertação de 2.723 trabalhadores em todo o país. O número de trabalhadores resgatados do trabalho escravo cresceu 9% em relação a 2011.

por Mariana Guedes, estagiária da Assessoria de Comunicação da Cáritas Brasileira / Secretariado Nacional